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It’s not the Gates, it’s not apples, it’s the bars
Divulgando dois artigos muito interessante que li de ontem para hoje que discutem de formas diferentes o mesmo assunto. Um aponta como seria o mundo da computação se as escolhas de Jobs tivessem sido diferentes e o outro discute sobre as sujas escolhas de Bill Gates. Ambos são bem interessantes, considero-os leituras obrigatórias! Um deles foi traduzido pelo Terramel, cuja assinatura é do Richard Stallman.
It’s not the gates, it’s the bars!
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OpenXML aprovado como padrão I$O
Technorati Tags: microsoft, mesquinharia, iso, openxml, votes, corruption
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Debian-BR-CDD é retomado
As novas versões irão se basear na versão Testing do Debian, que traz a versão mais recentes dos programas. Desejo ao projeto muito sucesso, se conseguir tempo, pretendo ajudar no processo de tradução ou teste.
Technorati Tags: linux, debian, cdd, debian-br-cdd, distro,
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- Adeus Ubuntu. Bem vindo de volta, Debian
- Ubuntu Linux – Uma pérola
- Instalando Flock no Debian-Br-CDD / Ubuntu
Olá! Não morri!
Boa noite! Apesar de estar bastante sumido, queria dizer que continuo vivo!
Bem, de um tempo pra cá veio bastante mudança…
* Troquei de emprego (Livre de mesmas cansativas chateações)
* Fui chamado pelo Vladimir Melo para ajudar no Ubuntu-br;
* Viajei.
* Muitos porres.
* Aprendi muito inglês australiano (Thank’s Tim! The Caipinha is amiga yet)
* Fiz minha inscrição para o FISL9.0 (Obrigado Márcia Lima, te pago a cerveja prometida em Porto Alegre)
* Comecei a ensaiar um tema de mestrado para falar de aspectos sociais do software livre.
* Finalizei meus Dredlocks. (Sei… tou devendo a foto)
Como tenho passado todo o meu tempo livre ocupado com os estudos, estou meio sem tempo de ler e me atualizar, mas sempre que der passo aqui para postar algo.
Até
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Sobre inovação, abertura e visão de mercado
Renomeando o artigo que Daniel Domeneghetti havia intitulado: API’s, Gates e Pelé.
Muito boa análise!
—
Ao anunciar a abertura de parte dos APIs de seus produtos, a Microsoft mais uma vez cedeu ao óbvio. Ou evolui, ou sai de cena.
Clayton
Christensen diz que as empresas líderes que se tornam reféns de grandes
clientes, de grandes produtos e de grandes modelos de negócios não
inovam e são banidas do mercado. Quem não inova perde o bonde da
competitividade. A Microsoft encontra-se mais uma vez em uma
encruzilhada estratégica.
Tecnologia é sobre evoluir. Ganhar dinheiro a partir da inovação.
Bill Gates sempre soube ganhar dinheiro, mas nunca foi bom em inovação.
No mundo fechado dos anos 80-90, copiar/comprar o inovador e
colocar o produto mais rapidamente no mercado funcionava. No mundo
aberto, da internet e do intangível, empresas fechadas são bichos mais
atrasados na escala darwinista da evolução corporativa.
Copiar
e/ou comprar está no DNA da Microsoft desde sempre. Não prever ou
reagir lentamente às rupturas também. Primeiro a Xerox com os sistemas
operacionais tipo Windows. Depois o Netscape com os navegadores de
Internet e Linus Torvalds com o Linux. No começo do milênio, seu maior
rival de ego, Steve Jobs, com a revolução “i” do entretenimento online
e, mais recentemente, a pedrada final do Google e os serviços online
gratuitos. Nada disso veio da Microsoft.
A empresa não entende
de cenários e conjunturas; entende de fazer melhor o que já faz. A
Microsoft é boa em incrementar o que faz; e comprar quem ameaça sua
posição, quem faz o que ela não faz, mas precisaria fazer.
Com
sua estratégia fechada-dominante, no mundo fechado dos anos 80-90. A
Microsoft dominou a onda dos sisops (sua vaca leiteira até hoje) e
quase perdeu a onda dos navegadores. Mas conseguiu vencer. Havia fit
entre sua estratégia e o comportamento do mercado.
No mundo
aberto da Internet, era óbvio era que a gigante de Redmond jamais
conseguiria vencer as redes de colaboração e produção compartilhada de
softwares. É bom, é aberto, é barato. Perdeu a hegemonia de boa parte
das categorias de produto, mas acima de tudo perdeu desenvolvedores,
evangelizadores e admiração de muita gente do meio. Brigou enquanto
deu. Gastou energia, dinheiro, prestígio e perdeu.
Gates se
afastou obcecado pelo Google. Quer comprar o Yahoo!. O Yahoo! não quer.
Quer dominar os serviços web. Mais uma vez vai tentar remendar
comprando o que deveria ter enxergado… se fosse uma empresa aberta em
seu DNA.
Mais ou menos como Tyson, Michael Jackson e os próprios
Estados Unidos, a Microsoft paga o preço do domínio. Quem está no topo
não enxerga bem o cenário. Se perde estrategicamente em seu esquema e
decide errado, faz besteira.
Empresas abertas inovam. Empresas fechadas quebram. Essa é a lei da física. Leiam Clemente Nóbrega.
Agora
a convergência móvel assusta. Google, Nokia e mais um bando de empresas
de tecnologia, internet, mídia, telecom e eletroeletrônicos são
concorrentes da Microsoft.
Estamos vivenciando uma guerra por
padrões, mercados, usuários, internautas, consumidores… tudo num
liquidificador só temperado com legislações e regulamentações
diferentes. Tudo muito incerto.
A Microsoft não vai quebrar. Tem
dinheiro e capacidade de reação. A Microsoft pode ser líder em algumas
linhas de produto, mas não vai mais ser hegemônica. Gates se tocou
disso. Gates fez como Pelé. Saiu enquanto era o número 1.
Fonte: IDGNOW
BugNux
Sun – ON
“Estamos desinvestindo em tudo o que seja tecnologia proprietária e investindo apenas em plataformas abertas”
Palavras de Brian Wilson – Chief Technology Officer (CTO) da Sun Microsystems
Conseguem perceber o que ele quer dizer ?
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