Archive for the ‘opensource’ Category

Dia da Liberdade de Software!

Que bom que este dia existe, que bom que posso escolher qual sistema usar! Que bom que posso saber que em algumas coisas, meu país se torna um pouco melhor… Viva a Liberdade de Software!

PS: Amanhã, dia 20 de Setembro, todo mundo que usa o Twitter, participe do #LinuxDay! Onde iremos prestigiar o nosso S.O favorito, enviando frases de incentivo e easter eggs.

It’s not the Gates, it’s not apples, it’s the bars

Divulgando dois artigos muito interessante que li de ontem para hoje que discutem de formas diferentes o mesmo assunto. Um aponta como seria o mundo da computação se as escolhas de Jobs tivessem sido diferentes e o outro discute sobre as sujas escolhas de Bill Gates. Ambos são bem interessantes, considero-os leituras obrigatórias! Um deles foi traduzido pelo Terramel, cuja assinatura é do Richard Stallman.

A world ruled by Apple.

It’s not the gates, it’s the bars!

Leia também:

De volta! Novamente!

Novamente estou de volta! Terminado o longo ciclo de atividades profissionais e acadêmicas que tive nos dois últimos meses, estou de volta ao blog e também às atividades do software livre, atual prioridade, juntamente com a diversão! Ambas threads já se encontram em execução.

Dentro de algum tempo, espero poder contar no aqui sobre os planos para o mestrado que pretendo iniciar…

Até logo!

Top 10 coisas que podemos fazer com Linux que não podemos com outros sistemas

Tradução livre que fiz de um interessante artigo citado no VivaLinux.com.ar.
Original aqui.

Cada sistema possui particularidades que o fazem um sistema único. Os usuários possuem necessidades diferentes e não existe um sistema que seja perfeito para todos. O Linux é um excelente sistema em muitos aspectos e possui características que o fazem o melhor sistema em determinados aspectos. A seguinte lista é uma seleção de 10 destas características (muito boas) que o fazem diferente de outros sistemas operacionais. A ordem dos itens não importa, já que todas juntas dão ao Linux a essência de ser rápido, seguro, bonito e livre.

1 – Obter e manter atualizado um sistema completo legalmente sem pagar nada. A maioria das distribuições de Linux são completamente gratuitas, e em alguns custam uma quantidade muito pequena em comparação ao preço do Windows. Isso ocorre em função de suporte e de alguns produtos próprios da empresa.

2 – Poder rodar diferentes interfaces gráficas caso você não goste da que veio por padrão ou por ela não se adequar as suas necessidades. Há interfaces gráficas para todos os gostos, leves, inovadoras, capazes de imitar outras, muito atrativas, etc. Só em Linux contamos com essa variedade de interfaces, e como se fosse pouco, cada uma delas é completamente personalizável. Inclusive, há a possibilidade de trabalhar em modo texto e realizar muitas tarefas comuns, como escutar música, trocar mensagens, navegar na internet, baixar arquivos e várias coisas mais.

3- Ter total controle sobre o hardware do computador e saber que não há backdoors no meu software, colocados por companhias de software mal-intencionadas. Por ser um sistema GNU/Linux composto em sua maioria por software livre, o código está disponível para quem quiser vê-lo, por isso é possível assegurar-se que cada aplicação faz somente o que deve fazer.

4 – Não sentir falta de desfragmentar o disco-rígido, nunca. Os sistemas de arquivos utilizados pelo Linux não se fragmentam, já que foram planejados como sistema multi-usuários, armazenando os dados no disco de maneira seqüencial, por isso é raro se fragmentar um arquivo se o disco não estiver muito cheio.

5 – Experimentar diferentes programas, decidir os que não gosto, desinstalá-los e saber que não há lixo em um registro que pode deixar minha máquina lenta. Não acontece como no sistema da Microsoft que o registro sempre se enche de lixo e se estraga, ocasionando a necessidade de várias formatações anuais.

6 – Usar o SO sem necessidade de usar antivírus nem nenhum outro tipo de software anti-malware e não precisar reiniciar meu computador durante meses, sempre que pego as últimas atualizações de segurança. Com se fala em todo lugar: Linux é muito seguro e estável.

7 – Personalizar o que quiser, legalmente, incluindo meus programas favoritos. Eu posso perguntar aos mantenedores, propor idéias e participar do processo de desenho e programação do software que quiser. Estas são algumas das maravilhas do software livre, por que isso não se aplicar somente o Linux, mas também a toda a aplicação e projeto de software que de desenvolva sobre esta filosofia. Com o Software Livre, o software de nosso PC é realmente nosso.

8 – Usar o mesmo hardware durante mais de 5 anos até que realmente precise substituí-lo. Eu disse milhões de vezes nesse blog: Uma das mais grandes maravilhas do Linux é poder usar um sistema não pré-histórico em equipamentos com baixos recursos, em muitos casos considerados obsoletos (como exemplo, veja o Pentium II que graças ao Linux pode acompanhar-me por 7 anos como meu principal ferramenta de trabalho).

9 – Receber ajuda de centenas de usuários, especialistas e novatos de maneira gratuita e
desinteressada.
Um dos pontos mais fortes do Linux são as comunidades que se formam, ainda que existam o problema dos fanáticos, tem muitos que ajudam da maneira que podem a não deixar que o Linux seja um “sistema difícil” e aos poucos vão levando-o à todos.

10 – Ter um desktop com efeitos espetaculares, e muito superiores ao do Windows Vista em um computador de 3 anos atrás. E isso, a diferença do “Vista Capable” é certa. A atração gráfica do Linux deixou para trás por muito outros sistemas. Só há que melhorar um pouco as capacidades do Compiz Fusion com as do ambientes Enlightenment.

O texto se originou de posts sobre listas de coisas possíveis somente em Linux. Disponíveis aqui, aqui e aqui.

Leia também:

FLISOL Belo Horizonte

Sábado foi o dia do FLISOL. Aqui em BH, tudo com muita tranqüilidade. O encontro foi bem legal, rolaram palestras, revistas, mídias oficiais do Debian (pensei que nunca fosse ver uma na vida) e claro, muita instalação de Linux, apesar do link de internet da faculdade não ter ajudado muito, ficando down na parte da manhã.

FLISOL 2008

Muitos estiveram presentes: Sene, Kov, Fred… Conheci e conversei com muita gente interessante, pena não ter aproveitado a oportunidade para bater um papo com o Kov, ele estava ocupado instalando sistema e eu fiquei acanhado de chegar e atrapalhar…

Infelizmente só pude ficar metade do evento, mas mesmo assim valeu a pena, ainda mais pelo fato da Lili ter participado no credenciamento do evento junto com a Dandy. Na próxima estarei presente com certeza!

Veja as fotos do encontro no Flickr

Leia também:

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FLISOL – Belo Horizonte

Estão abertas as inscrições para o FLISol BH! O evento irá acontecer dia 26 de Abril na Universidade Estácio de Sá no Bairro Prado no horário de 08:00 às 18:00. Com certeza estarei presente. Faça já a sua inscrição!

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Leia também:

Debian-BR-CDD é retomado

Fiquei muito feliz ao saber que o antigo projeto Debian-Br-CDD retomou suas atividades, agora ampliado e sob o nome BrDesktop. Meu primeiro contato com o Debian foi utilizando o CDD 1.0. Na época fiquei impressionado com a qualidade da customização, utilizo até hoje o tema da distribuição no meu Etch, espero que mantenham o tema verde =)
As novas versões irão se basear na versão Testing do Debian, que traz a versão mais recentes dos programas. Desejo ao projeto muito sucesso, se conseguir tempo, pretendo ajudar no processo de tradução ou teste.

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Leia também:


Sobre inovação, abertura e visão de mercado

Renomeando o artigo que Daniel Domeneghetti havia intitulado: API’s, Gates e Pelé.
Muito boa análise!

Ao anunciar a abertura de parte dos APIs de seus produtos, a Microsoft mais uma vez cedeu ao óbvio. Ou evolui, ou sai de cena.

Clayton
Christensen diz que as empresas líderes que se tornam reféns de grandes
clientes, de grandes produtos e de grandes modelos de negócios não
inovam e são banidas do mercado. Quem não inova perde o bonde da
competitividade. A Microsoft encontra-se mais uma vez em uma
encruzilhada estratégica.

Tecnologia é sobre evoluir. Ganhar dinheiro a partir da inovação.
Bill Gates sempre soube ganhar dinheiro, mas nunca foi bom em inovação.

No mundo fechado dos anos 80-90, copiar/comprar o inovador e
colocar o produto mais rapidamente no mercado funcionava. No mundo
aberto, da internet e do intangível, empresas fechadas são bichos mais
atrasados na escala darwinista da evolução corporativa.

Copiar
e/ou comprar está no DNA da Microsoft desde sempre. Não prever ou
reagir lentamente às rupturas também. Primeiro a Xerox com os sistemas
operacionais tipo Windows. Depois o Netscape com os navegadores de
Internet e Linus Torvalds com o Linux. No começo do milênio, seu maior
rival de ego, Steve Jobs, com a revolução “i” do entretenimento online
e, mais recentemente, a pedrada final do Google e os serviços online
gratuitos. Nada disso veio da Microsoft.

A empresa não entende
de cenários e conjunturas; entende de fazer melhor o que já faz. A
Microsoft é boa em incrementar o que faz; e comprar quem ameaça sua
posição, quem faz o que ela não faz, mas precisaria fazer.

Com
sua estratégia fechada-dominante, no mundo fechado dos anos 80-90. A
Microsoft dominou a onda dos sisops (sua vaca leiteira até hoje) e
quase perdeu a onda dos navegadores. Mas conseguiu vencer. Havia fit
entre sua estratégia e o comportamento do mercado.

No mundo
aberto da Internet, era óbvio era que a gigante de Redmond jamais
conseguiria vencer as redes de colaboração e produção compartilhada de
softwares. É bom, é aberto, é barato. Perdeu a hegemonia de boa parte
das categorias de produto, mas acima de tudo perdeu desenvolvedores,
evangelizadores e admiração de muita gente do meio. Brigou enquanto
deu. Gastou energia, dinheiro, prestígio e perdeu.

Gates se
afastou obcecado pelo Google. Quer comprar o Yahoo!. O Yahoo! não quer.
Quer dominar os serviços web. Mais uma vez vai tentar remendar
comprando o que deveria ter enxergado… se fosse uma empresa aberta em
seu DNA.

Mais ou menos como Tyson, Michael Jackson e os próprios
Estados Unidos, a Microsoft paga o preço do domínio. Quem está no topo
não enxerga bem o cenário. Se perde estrategicamente em seu esquema e
decide errado, faz besteira.

Empresas abertas inovam. Empresas fechadas quebram. Essa é a lei da física. Leiam Clemente Nóbrega.

Agora
a convergência móvel assusta. Google, Nokia e mais um bando de empresas
de tecnologia, internet, mídia, telecom e eletroeletrônicos são
concorrentes da Microsoft.

Estamos vivenciando uma guerra por
padrões, mercados, usuários, internautas, consumidores… tudo num
liquidificador só temperado com legislações e regulamentações
diferentes. Tudo muito incerto.

A Microsoft não vai quebrar. Tem
dinheiro e capacidade de reação. A Microsoft pode ser líder em algumas
linhas de produto, mas não vai mais ser hegemônica. Gates se tocou
disso. Gates fez como Pelé. Saiu enquanto era o número 1.

Fonte: IDGNOW

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Hello 2008

Olá! Primeiro post do ano 2008. Assim como o Terramel, eu também estive muito ocupado com outros projetos, sendo um deles algumas coisas do GNOME. Bem, prometo ser menos turista por aqui. Bom 2008 pra todos.

Relacionados:

* 10/11/2007 – Djavan no Top 10 do Bugzilla?
* 20/07/2007 – Contribuição

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Minas On Rails

Amanhã irei participar do evento Minas On Rails que acontece aqui em BH. O encontro tem como objetivo consolidar a linguagem em terras mineiras. Entre os palestrantes haverá o Eustáquio Rangel (TaQ), um dos caras mais referenciados em Ruby no Brasil e o Carlos Júnior, meu companheiro de traduções no GNOME.

Atualizado: 31/11/2007

Ótimo evento, palestras muito interessantes, camisa bonita e muito Ruby!!!
No intervalo tive até tempo de conversar um pouquinho com o TaQ, pena que não tinha uma câmera na hora pra registrar uma foto. Aguardo a próxima edição!

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